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Trauma de infância fê-la fadista

Laurinda Oliveira é montijense e fadista há cerca de duas décadas. E é nesta cidade que vai entoando a canção nacional, encontrando a forma de se ir valorizando cada vez mais num sítio certo, a horas desencontradas, no seu retiro fadista “Casa da Sogra”, onde, juntamente com colegas de profissão, dá largas ao seu sentir. A sua história é diferente… é marcada por um trauma. “A minha mãe era fadista …   Ler

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