A Setúbal na Rede – SNR, Associação para a Cidadania, nasce em 2012 com o objetivo de complementar a atividade do jornal e portal regional “Setúbal na Rede” naquilo que é a sua atividade mais ligada à responsabilidade social, à atividade cultural e à promoção de valores na sociedade, objetivos que se identificam claramente como não tendo propósitos lucrativos.

O “Setúbal na Rede”, enquanto órgão de comunicação social, produz conteúdos jornalísticos e não jornalísticos, disponibilizados através de um portal, e ainda divulgados através de newsletter por e-mail e das redes sociais Twitter e Facebook, a que qualquer interessado pode aceder de forma gratuita, como acontece aliás com a esmagadora maioria dos conteúdos produzidos por outras empresas de comunicação social, em suporte online ou offline, como se pode ver pelo caso da rádio e da televisão.

Assim, o “Setúbal na Rede” assenta nos apoios que se associam aos conteúdos produzidos, tendo mais valor quanto maior o número de acessos que esses conteúdos tiverem, pelo que deve pugnar pela sua qualidade e relevância para o público.

Contudo, a missão de um órgão de comunicação social não se esgota na produção e disponibilização de conteúdos, podendo e devendo utilizar o seu prestígio e capacidade mobilizadora em torno de atividades por si produzidas ou em que se envolva com terceiros.

Nesse sentido, o “Setúbal na Rede” assume no seu Estatuto Editorial que “considera a sua atividade como um serviço de interesse público, com respeito total pelos seus leitores, em prol do desenvolvimento da identidade e da cultura local, regional e nacional, da promoção do progresso económico, social e cultural das populações e do reforço da independência nacional e da paz”.

Objetivos:

– Contribuição para o desenvolvimento regional através da difusão de informação e da promoção de debate.

– Incentivo à participação cidadã com o estímulo da consciência de comunidade e de criação de espaços para a intervenção cívica.

– Promoção da educação para os media, aproximando estes do cidadão e das suas reais necessidades e permitindo uma descodificação do real a partir das abordagens selecionadas pelos órgãos de informação.

– Organização de eventos de índole cultural e de espaços de discussão como fóruns privilegiados para a cidadania e para a integração social.