Não posso deixar de referir em breves palavras, os tiros nos pés, passo a expressão, que o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, e líder do Partido Socialista, e ainda, segundo parece, candidato a Primeiro-Ministro nas próximas eleições legislativas, tem dado sempre a somar pontos negativos.


Um líder, que de liderança pouco ou mesmo nada tem, não se inibe de chamar para seu núcleo duro de tentativa de conquista do poder, aqueles que foram os carrascos do país e que colocaram Portugal na falência, sem dinheiro para pagar pensões e ordenados na função pública, em suma, o caos das contas públicas e o afundamento da credibilidade e da reputação de todos nós envergonhando e curvando Portugal e os portugueses perante a soberania do dinheiro.


Dinheiro esse muito mal gerido e aplicado por aqueles que hoje tentam regressar e aparecer tais quais D. Sebastião saído de um qualquer nevoeiro para onde os mesmos nos enviaram e que retornam agora com ar triunfalista como nada se tivesse passado.


De tão caricato que é, têm o descaramento de se apelidarem de “nomes com créditos firmados, experiência e qualidade à prova de bala”; isto deve ser mesmo para entreter os mais distraídos, pois, vindo de quem vem, só revelam falta de vergonha pelo que fizeram ao país e falta de sentido de estado.


António Costa e o PS sabem que estão à beira da derrota e já perceberam que os portugueses não querem de novo os rostos que envergonharam Portugal internacionalmente e muito menos aqueles que esvaziaram os cofres do estado nas milionárias obras de fachada.


Passemos então a assuntos credíveis para o país e para os portugueses. O Portugal 2020 dará oportunidade de termos uma economia mais aberta, mais eficiente e competitva traduzindo isso numa maior credibilidade e confinaça junto da economia e dos portugueses.


Confiança essa, que estes últimos começaram a ganhar não só no investimento e acesso aos bens, como também na confiança no futuro, percebendo de uma vez por todas, que só o Governo PSD/CDS-PP pode dar um rumo credível e de esperança ao país.


As várias oportunidades de financiamento tornam mais fáceis a disposição e a capacidade de investimento o que contribuirá para uma retoma económica mais robusta, promovendo ao mesmo tempo a criação de emprego e de empresas.


Com um aumento considerável de investimento e crescimento económico, é inevitável o reforço da competitividade nacional aumentando as exportações levando ao equilibrío do défice externo.


Mais oportunidade para as empresas, mais abertura e criação de negócios e empresas, mais criação de postos de trabalho, mais bens e serviços ao dispor do consumidor e das famílias que com as reformas já implementadas conseguem já aumentar o seu poder de compra.


Com a oportunidade 2020 o estado português tem como missão a melhor aplicação dos fundos disponivéis para o crescimento de país, ao invéis dos governos do partido socialista que não só nos endividaram, como somos obrigados fruto da sua má gestão de fundos comunitários, a devolver o que foi mal aplicado.


O Governo PSD/CDS-PP, apesar dos “velhos do restelo”, está no bom caminho, e começa a ter a confiança dos portugueses (a avaliar pelas últimas sondagens), depois de muitas tentativas de descrédito do governo por uma oposição desesperada que denota um vazio de ideias e sem futuro.


O Portugal 2020 trará com a ajuda do governo um Portugal mais produtivo, mais competitivo, mais forte e mais atractivo fruto também das reformas implementadas e que têm sido compreendidas pela maioria dos portugueses.


Apoio à investigação, ao desenvolvimento tecnológico, apoio ao investimento na inovação nas empresas, apoio ao financiamento e partilha de risco da inovação e apoio à qualificação e internacionalização mais a introdução de benefícios para as start ups (“IRC ZERO”) e a fomentalização da capitalização das empresas serão entre muitas outras as mais-valias do Portugal 2020.

Fotografia de capa por LendingMemo

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António Pedro Maco

Deputado Municipal CDS/PP em Almada
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