João Patrocínio, cabeça de lista do PNR por Setúbal espera “fixar pessoas no distrito” Click To Tweet

O cabeça de lista do Partido Nacional Renovador (PNR) pelo círculo eleitoral de Setúbal avança que se for eleito vai “criar condições para fixar as pessoas no distrito” através de uma “vida com dignidade”, promovendo o “emprego local e a captação de novos investimentos”. João Patrocínio adianta que pretende “trabalhar em conjunto com as autarquias e juntas de freguesias do distrito”, visto que são estas entidades que “sabem as dificuldades vivenciadas pelos munícipes”, tendo também “as melhores ferramentas para intervirem” no terreno.



O Secretário-Geral do Partido Nacional Renovador considera que o distrito de Setúbal precisa de uma “política de emprego”, com uma “mentalidade diferente”, dinamizando a “região” com a “defesa dos seus pontos fortes, publicitando mais e melhor produtos agrícolas e alimentares”. João Patrocínio acrescenta que é “importante saber vender o distrito, sem perder o património, valorizando-o”.


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O elemento do PNR entende que as pessoas devem votar no partido, porque são a “única alternativa a todos os outros partidos”, que de “alguma forma fazem parte deste sistema ou esquema”. João Patrocínio acredita que “Setúbal pode ser a vanguarda de uma mudança de mentalidades” e da “forma de pensar e sentir Portugal”.



O dirigente do partido refere que o futuro do distrito de Setúbal “depende da escolha da população”, se realmente quer uma “representação interventiva e combativa”, que a “defenda sem demagogias” e que é um “aliado para criar o desenvolvimento económico e acima de tudo social”. João Patrocínio lembra que se “não houver uma rutura” as pessoas vão continuar a ter uma “vida sem qualidade nem dignidade”, com tendência a “piorar e a agravarem-se os problemas”.

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O membro da comissão política nacional do PNR admite que para conduzir o distrito de Setúbal ao desenvolvimento é necessário “acreditar que é possível fazer mais e melhor, envolvendo as pessoas na participação”, com um “ideal nacionalista renovador de futuro”, em contraposição ao “atual pensamento único” e de “sentido anti-nacional”. João Patrocínio realça que “falta humanizar o distrito, reabilitar uma identidade com valores nacionais”, bem como “falta um sentimento de pertença de quem vive e quer contribuir para um distrito com potencialidades de futuro”.



O candidato pelo círculo eleitoral de Setúbal ressalta que é necessário “incluir aqueles que querem fazer parte do crescimento de uma região” e “acabar com o marasmo” e a “dependência que impedem o desenvolvimento”. João Patrocínio menciona ainda que acima de tudo é preciso “um investimento no mar”, isso como “proposta a nível nacional aplicada também ao distrito”, pois “só assim acreditam que podem ir mais além”.


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O cabeça de lista às próximas eleições legislativas recorda que o “grande problema de Setúbal reside, desde logo, na forma como o país” e as “câmaras locais têm governado o distrito”, havendo uma “chaga social criada pelo sucessivo abandono das pessoas à sua sorte, fruto de ideias erradas, facilitistas” e “politicamente corretas”. João Patrocínio reconhece que a “criminalidade é um flagelo que assola o distrito”, criando “zonas de não direito”, em que “há uma clara noção de impunidade do bandido” e de “falta de vontade ou coragem de atacar o mal na raiz”.



O elemento do partido sublinha que outro dos problemas do distrito é o “desemprego ou trabalho precário”, que tem sido “um fator de instabilidade”, em que a “destruição do tecido empresarial”, especificamente da “indústria naval e metalomecânica que foram desprezadas e abandonadas” fizeram com que o distrito de Setúbal se torna-se “em grande parte um gigante bairro dormitório”. João Patrocínio esclarece que encabeça uma lista composta “exclusivamente por pessoas da margem sul”, que “acreditam que Setúbal e toda a nação merecem melhor, merecem uma representação nacionalista”, através do “distrito com ideias firmes e claras”.


Autoria e coordenação: José Luís Andrade

Redação: Marlene Brito

Video e som: Pedro Soares e José Luís Andrade

Apoio: Instituto Politécnico de Setúbal