No âmbito de uma Reunião Plenária Extraordinária do  Conselho Local de Acção Social do Barreiro(CLASB) , e na qualidade de presidente deste Conselho, Carlos Humberto salientou a importância do trabalho em rede, da complementaridade e da articulação entre entidades parceiras e referiu, em relação ao quadro de programação Portugal 2020 que “mesmo que sejam pequenas, devemos aproveitar todas as oportunidades existentes”.

O auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro acolheu a realização da 2ª Reunião Plenária Extraordinária do CLASB, convocada com o objectivo de apreciação da proposta de Plano de Acção do Contrato Local de Desenvolvimento Social – 3G “Comunidades Sustentáveis”.

Reunidas, as entidades parceiras ouviram a apresentação da proposta realizada por uma técnica da RUMO e aprovaram, por unanimidade, o respectivo Plano de Acção.

De acordo com o parecer qualitativo emitido pelo CLASB sobre o Plano de Accção do CLDS 3G “Comunidades Sustentáveis” estas candidaturas visam, genericamente, promover a equidade territorial, a igualdade de oportunidades e inclusão social nas suas diversas dimensões, através de ações, a executar em parceria, que permitam contribuir para o aumento da empregabilidade, para a inclusão activa de grupos vulneráveis e para o combate de situações de pobreza e exclusão social, especialmente a infantil.

No caso concreto, este CLDS – 3G representa um desafio para os territórios do Barreiro Velho, Bairro das Palmeiras, Quinta da Amoreira e Quinta da Mina e vem complementar e potenciar a intervenção realizada pelas autarquias e entidades presentes no Território.

O presidente do CLASB, Carlos Humberto revelou, a propósito deste Plano de Acção, que é indispensável para a qualificação e integração das respostas no território, o incremento do trabalho de complementaridade e de parceria, bem como o envolvimento de outras entidades e comunidades. “Sendo certo que continuamos a viver um período muito difícil, estamos todos de acordo no facto de que devemos aproveitar as oportunidades que existem, mesmo que sejam pequenas”. E neste aspecto referia-se concretamente ao Programa Operacional Regional de Lisboa Portugal 2020 e às respectivas prioridades de financiamento com fundos estruturais europeus.

Preocupado, o presidente do CLASB questionou se “estamos a conseguir inverter o ciclo da pobreza, ou se esta situação passa de pais para filhos”“Como continuamos a intervir para conseguirmos dar a volta a esta situação?” foi uma das questões principais levantadas por este autarca que complementou o seu raciocínio dizendo ser necessário definir prioridades e “cruzar as possibilidades com as necessidades”. A finalizar, Carlos Humberto afirmou, a propósito da forma como vê a vida, que “lutar já é vencer”.