Novo equipamento custou mais de meio milhão de euros e tem capacidade para a acostagem de 12 a 16 embarcações de pesca

A secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, a montijense Catarina Marcelino, “apadrinhou” a inauguração do Cais dos Pescadores do Montijo, que permitirá a acostagem, em simultâneo, de 12 a 16 embarcações de pesca. A cerimónia, realizada no passado dia 23, contou com a presença dos presidentes da Câmara Municipal, Nuno Canta, e da Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA), José Maria dos Santos, além de outros autarcas do concelho, juntando ainda algumas dezenas de populares.

Nuno Canta e José Maria dos Santos procederam ao descerramento da placa de inauguração do equipamento, que representou um investimento de 494 mil e 820 euros. A obra, promovida pela SCUPA, beneficiou de um financiamento de igual montante por parte do PROMAR – Programa Operacional Pesca 2013-2017, sendo que a Câmara Municipal do Montijo realizou, ainda, um protocolo de colaboração com a referida sociedade piscatória no valor de 113 mil e 825 euros.

O mais importante desta cerimónia são os pescadores profissionais do Montijo, que precisam deste cais para pescarem com mais condições”, disse José Maria dos Santos, mostrando-se satisfeito pela concretização do projecto.

Já para o presidente da Câmara Municipal a nova infra-estrutura “representa uma oportunidade de desenvolvimento, de aumentar de forma sustentável a pesca e de progresso da classe piscatória montijense”. Uma infraestrutura que, considerou Nuno Canta, “terá um papel fundamental no apoio à actividade piscatória presente e futura”, realçando a denominação atribuída ao equipamento. “Recebe este Cais o nome dos pescadores, gente de trabalho, que sustenta a vida na faina e que representa a mais genuína tradição montijense”, concluiu o autarca.

O Cais dos Pescadores, que visa o desenvolvimento da actividade piscatória local, está dimensionado para a acostagem de 12 a 16 embarcações em simultâneo, inclui uma rampa de varadouro e uma área de instalações de apoio individuais para guardar os aprestos de pesca. A obra permitiu, também, salvaguardar as ruínas do Moinho de Maré do Meio.