Pegões terá todos os motivos e mais alguns para voltar a sorrir. Isto porque 2015 foi o melhor ano da história da Adega de Pegões, nos mais variados domínios, conforme salientou Jaime Quendera, enólogo da empresa.

“Foi o melhor ano de sempre, em todos os aspectos. Em facturação e em prémios nacionais e internacionais”, resumiu Jaime Quendera, que destaca um par de distinções, entre as inúmeras premiações conquistadas em 2015 pelos vinhos de Pegões. “A mais importante de todas foi o facto de termos ficado em 5.º lugar no ranking nacional das adegas. A associação mundial de jornalistas das adegas faz um ranking mundial das empresas e nós ficámos como a 5.ª melhor empresa de vinhos de Portugal e a melhor cooperativa do nosso País. Em termos globais, fomos considerados como a 37.ª melhor empresa de vinhos do mundo”, sublinha, acrescentando: “Outra premiação que nos honrou muito foi a de termos sido eleitos a melhor empresa no Concurso Internacional La Selezione del Sindaco. Foi um ano excepcional.”

As distinções ano após ano e o prestígio arrecadado encontram justificação, segundo o enólogo, na excelência do trabalho e da região. “Quando temos um produto com muita qualidade, as premiações aparecem sempre”, assegura, acrescentando: “Quando não são provas cegas, a região de Setúbal nunca se sai muito bem. Mas quando competimos em provas cegas, saímo-nos sempre bem. Não só a Adega de Pegões, mas também outros como a Ermelinda Freitas, a Sivipa, que tiveram também um grande ano.”

A região está cada vez mais afirmada no sector vitivinícola. “Com uma dimensão e qualidade inquestionáveis”, realça. Para 2016, Jaime Quendera não pede muito: “Como digo à minha direcção, se for igual a 2015 já ficava muito satisfeito. Ainda é cedo, mas já está a correr bem.”