As ligações fluviais entre o Barreiro e o Terreiro do Paço, em Lisboa, voltam a parar hoje pelo terceiro dia consecutivo devido a uma greve parcial dos trabalhadores da Soflusa, que exigem uma revisão da massa salarial.

Os trabalhadores da Soflusa iniciaram na segunda-feira uma greve parcial de três dias, três horas por turno, que afecta as ligações fluviais entre as duas margens do Tejo, em especial, nos períodos das horas de ponta da manhã e da tarde.

Segundo Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marinha Mercante, afeto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), os trabalhadores da empresa, que já cumpriram na semana passada dois dias de greve parcial, exigem uma revisão da massa salarial.

A Soflusa, integrada na Transportes de Lisboa, juntamente com o Metro, Carris e Transtejo, tem cerca de 170 trabalhadores.

A Transportes de Lisboa garante que a sustentabilidade do grupo Transtejo é o principal objetivo.

O conselho de administração reitera o seu empenho na prossecução das medidas necessárias que garantam a sustentabilidade e a qualidade do serviço de transporte que o Grupo Transtejo disponibiliza diariamente aos seus clientes, refere a empresa Transportes de Lisboa em comunicado.