Guilherme d’Oliveira Martins ouviu as preocupações e exigências dos autarcas de Odemira, Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines

Os autarcas dos cinco municípios de Litoral Alentejano apresentaram um conjunto de reivindicações em termos de acessibilidades rodoviárias e ferroviárias para a região ao secretário de Estado das Infra-estruturas, Guilherme d’Oliveira Martins. Os autarcas de Odemira, Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines reuniram-se com o governante no passado dia 2, com o intuito de alertar a tutela para os graves constrangimentos das acessibilidades no litoral alentejano, ao mesmo tempo que exigiram a continuação dos estudos do IC4 e obras de requalificação do IC1 e do IP8.

“No caso concreto das infra-estruturas rodoviárias do concelho de Odemira, o presidente da Câmara José Alberto Guerreiro solicitou intervenções urgentes na ER 266, que liga Luzianes-Gare ao limite dos distritos de Beja e de Faro, bem como na EN 120”, revela a autarquia de Odemira, em nota de Imprensa, adiantando que o autarca também focou “a questão das acessibilidades pedonais ao longo da EN 120, entre Baiona e S. Miguel, e na EN 393, entre Brunheiras e Vila Nova de Milfontes”. Sobre estas acessibilidades, José Alberto Guerreiro chamou a atenção do governante para a importância de salvaguardar a segurança do considerável número de peões que circulam naquelas estradas nacionais.

“Relativamente à rede ferroviária, mais uma vez, foram expostos os pontos de vista e preocupações dos autarcas devido à urgência na continuação da linha Sines/Espanha, bem como da necessidade urgente da reabertura das estações encerradas na linha do sul e reactivação do comboio regional entre Faro e Setúbal, essencial às populações do interior da região nas ligações intermodais”, indica ainda a autarquia de Odemira, na mesma nota.

Os autarcas aproveitaram a oportunidade para informar o secretário de Estado das Infra-estruturas de que estão a elaborar um Plano Intermunicipal de Mobilidade, o qual, pelo diagnóstico já elaborado, “aponta na urgência de medidas integradas, cujo investimento urge programar no actual quadro de financiamento comunitário”.