O novo ano lectivo iniciou-se ontem na Escola Secundária de Pinhal Novo, no concelho de Palmela, mas desta vez com uma escola completamente renovada, depois de terem ficado concluídas as obras de requalificação a cargo da Parque Escolar.

A directora da escola, Celeste Oliveira, mostra-se “convicta de que estão reunidas todas as condições para o novo ano lectivo funcionar bem”. “A conclusão das obras permitiu proporcionar bons horários aos alunos, professores e funcionários. Os laboratórios eram algo que não tínhamos e, neste momento, temos os laboratórios a funcionar, o que permite cumprir as metas curriculares de algumas disciplinas e proporcionar aos alunos aulas experimentais logo desde o início do 7.º ano. O facto de termos outras salas específicas, como as de Educação Visual, também vai permitir que os alunos desenvolvam outras competências”,enumera.

A directora lamenta apenas algumas soluções encontradas para os espaços desportivos que “poderiam ter sido melhorados”. “Foram aqueles que foram acordados, não com a direcção, mas superiormente. Gostaríamos de ter alguns aspectos melhorados, nomeadamente ao nível do piso, mas não foi possível”, explica.

Ver a escola totalmente renovada tem um sabor ainda mais especial para a comunidade escolar, tendo em conta os impasses que as obras de requalificação sofreram ao longo dos últimos anos. Recorde-se que a primeira fase, que correspondeu à construção dos espaços administrativos, do edifício B, com salas de aula, e dos espaços desportivos interiores, ficou concluída em 2012.

Entretanto, por falta de financiamento, as obras foram suspensas e só foram retomadas em Outubro de 2014. No final de Junho deste ano, ficou então concluída a 2.ª fase, nomeadamente, a construção do edifício C, com laboratórios e salas específicas, que foi equipado com novo mobiliário, e a intervenção ao nível dos espaços desportivos exteriores.

Neste momento, falta a instalação de novo mobiliário também no edifício B e no auditório.

Ao todo, a requalificação da escola, que conta com 1.600 alunos do 7.º ao 12.º ano, cerca de 130 professores e 30 funcionários, correspondeu a um investimento de mais de 13 milhões de euros. “A tutela teve sempre uma atitude positiva connosco. Aquilo que nos foram dizendo sobre o recomeço das obras, cumpriram”, garante Celeste Oliveira.