A Academia de Dança Contemporânea de Setúbal (ADCS) foi confrontada, esta semana, com a decisão do Governo em aplicar um corte de 22 por cento no subsídio, no âmbito dos contratos-patrocínio celebrados com o Ministério da Educação e da Ciência, o que se traduz em menos 43 mil euros.

Apreensiva com esta situação, a Câmara Municipal de Setúbal resolveu reunir com a direção da escola e já se mostrou “solidária e disponível para, junto da tutela, tentar compreender esta tomada de decisão e ajudar a encontrar uma solução que garanta a continuidade desta escola de ensino artístico da nossa cidade”, afirmou, na última reunião pública da autarquia, Pedro Pina, vereador com o pelouro da educação.

“A ADCS tem protocolos estabelecidos com as escolas D. Manuel Martins e Luísa Todi. Com o ano letivo à porta esta situação coloca em causa a sobrevivência do estabelecimento e grandes constrangimentos em encontrar outros caminhos”, frisou o autarca. Além do executivo CDU, também a vereação da oposição (PS e PSD/CDS-PP) está solidária com a Academia de Dança Contemporânea de Setúbal.