Categoria: Espaço Aberto | Setúbal na Rede
Out 0
Out 0

O meu orgulho sadino e os engulhos do sr. Manuel

Por relato em crónicas anteriores já tinha referido que, durante cerca de 15 anos, por motivos de ordem profissional, estive ausente de Setúbal. Entre Moçambique e Portugal distam quase 10.000 kms que se percorrem em cerca 11 horas de voo, mas que não me impediam de, anualmente, vir até à minha adorável terra a espaços…
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Jul 0
Jul 0

Misérias televisivas

Na ânsia de conquistar audiências e suplantar a concorrência, a televisão demitiu-se do papel educativo/cultural/civilizador que deveria assumir e transformou-se numa despudorada vendedora de misérias, ilusões e frandulagens. Ali explora-se tudo até ao osso, sem pejos, porque o que interessa é contabilizar espetadores. Não há limites. Nos programas que ocupam boa parte da manhã e…
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Jul 0
Jul 0

Subir Lall – Serão ainda resquícios da colonização portuguesa??

Subir Lall, o “scheiss furher” que nos foi imposto pela “troika” decidiu enveredar pela carreira literária, certamente depois da bíblica incompetência (será ou propositada?) económica e financeira que demonstrou na condução do processo português. Segundo dizem no dito livro tenta justificar a “excelência” da sua atuação, em que falhou todos os objetivos, embora conseguisse levar…
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Jun 0
Jun 0

Refugiados e emigrantes muçulmanos

Começo por dizer que não tenho nenhuma empatia, pelo contrário, por muçulmanos ou por quaisquer praticantes de religiões castrantes (quase todas), sobretudo quando querem que os seus Países continuem ou se transformem em teocracias. É o que se passa (alem dos muçulmanos radicais) com os judeus ortodoxos (aqueles de tranças que andam à cabeçada ao…
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Mai 0
Mai 0

“Onde é que existe um rio azul igual ao meu…?”

(Tributo aos Vitorianos) Mário Regalado, que genialmente compôs e musicou o que se pode considerar o hino da cidade de Setúbal - O RIO AZUL - num poema eximiamente escrito pelo galego Laureano Rocha, estaria longe de pensar que, decorridos tantos anos, a cidade que o viu nascer e inspirou, insiste em continuar a não colorir de alegrias os seus conterrâneos. Dizia há dias, um…
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Nov 1
Nov 1

A segurança europeia e os politicamente corretos

As ações terroristas em Paris trouxeram para a ordem do dia, outra vez, a discussão sobre a segurança europeia. Políticos, analistas da geopolítica e líderes da religião de Maomé sublinham que os maometanos radicais são minorias e perdem-se em considerações que não convencem nem sossegam quem tenha dois dedos de testa. Sabe-se que são muitos…
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Nov 0
Nov 0

Degrada-se a saúde mental das comunidades do distrito de Setúbal

Quando em 2010 manifestei a minha preocupação sobre o estado da saúde mental comunitária no distrito de Setúbal, especialmente preocupado pelo que assistia na comunidade da Amora, os responsáveis consideraram exageradas, pessimismo meu, essas mesmas preocupações. Pretendi, então, separar as situações de prevalência de perturbações psiquiátricas, pois estavam enquadradas na política nacional de saúde, da…
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Nov 1
Nov 1

Nunca os políticos engoliram tantos sapos!

Os portugueses votaram, no passado dia 4, mas a ansiedade do poder pelo poder, os interesses nacionais e do Povo já muito pouco contam e levam a que mais de 60% dos portugueses tenha que engolir o grande sapo António Costa! Pelo poder, só pelo poder, o PS vai engolir os sapinhos do PCP e…
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Out 0
Out 0

Um cheque em branco

Os portugueses votaram, no passado dia 4, pelo dever de cidadania e conscientes de passavam um cheque político em branco para os próximos quatro anos. Mergulhados na mais severa crise financeira e social, os portugueses tanto votam pelo medo como pela vontade de que os políticos encontrem uma solução para afastar o país da bancarrota.…
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Set 0
Set 0

As eleições de 4 de Outubro para a (quase-ex) classe média

Já é recorrente dizer que a classe média foi a principal prejudicada pela política do atual Governo. Foi e não foi ! Foi na medida em que suportava mais encargos, que tinha em principio capacidade para pagar e de repente deixou de ter sem sacrifícios gigantescos, e/ou porque teve de apoiar (do que não estava…
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