“Uma funda, uma pedra, uma pontaria perfeita e… já está! Golias jaz no chão, morto, e os Israelitas cantam vitória. É uma história que dá esperança a quem quer que tenha sido abusado”.
É um texto bíblico que nos transporta para a vida atual, e à reflexão sobre o Homem contemporâneo, as sociedades globais e os povos.
Fazer eco do Mundo Globalizado e adormecer os andares da marcha da humanidade para a plenitude dos direitos à vida dos Seres, é o mesmo que estarmos perdidos no oceano da ignorância e na profunda escuridão do egoísmo e egocentrismo que tordilha e insensibiliza os decisores – políticos ou outros – que deveriam ser os primeiros humanizadores solidários do Mundo Contemporâneo.
A velocidade dos acontecimentos, da explanação de ideias e de pensamento, deixa-nos sem tempo para a reflexão e para a ação.
Chegámos ao momento que, mais do que dizer é preciso fazer. Mais que fazer é preciso terminar.
Os últimos acontecimentos, abstratamente políticos, são os verdadeiros e reais exemplos desta panóplia desfigurada, senão mesmo de deformação do paradigma da sociedade portuguesa na sua caminhada solidária.
Senão vejamos: António Costa chegou – sem dizer de onde vem nem com quem vem – trazia a funda e a pedra, só não trouxe a pontaria perfeita, porque o Golias não jaz no chão e logo os “Israelitas” não cantam vitória.
É a história do Povo Português que foi abusado mas tem esperança na sua força e vontade de continuar a lutar por um Portugal solidário e independente.
Coautor e sucessor dos que nos conduziram à estreita passagem de 2011, António Costa, reaparece agora – sem dizer de onde vem nem com quem vem – a prometer o que não tem porque não comunica de onde vem, e não diz onde o vai buscar logo não explica com quem vem.
É caso para dizer que a velocidade dos acontecimentos o deixam sem tempo para refletir sobre a realidade e a verdade.
Por isso chegámos ao momento que é preciso terminar.
Terminar o trabalho de alargar a estreita ruela por onde passámos em 2011.
Voltar atrás seria retroceder para o brejo onde nos amontoámos sufocados pela divida e pela cegueira dos que agora aparecem arvorados em salvadores dos moribundos que quiseram enterrar.
O mundo contemporâneo não se compadece com experimentalismos, mais ou menos sofisticados, requer conhecimento, verdade e seriedade.
É neste Mundo que Portugal À Frente aparece com predicados sólidos e uma equipa em ascendente e equilibrada.
Assente na experiência e maturidade dos que foram capaz de harmonizar os pilares do País que se pretende contextualizar na solidez financeira, económica e social, Portugal À Frente, certamente conseguirá nos próximos quatro anos alargar, ainda mais, o caminho onde todos os portugueses prossigam lado a lado sem a queda de Golias e, consequentemente, os “Israelitas” não cantem vitória.
Um País de trabalho, com um Povo de coragem que assume o seu próprio destino no destino global da humanidade.

Fotografia de archer10 (Dennis) OFF

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Florindo Paliotes

Ex-Presidente da Direção da UDIPSS Setúbal

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