A mais recente decisão da autoridade da concorrência, em não deduzir oposição à privatização da EGF/Amarsul ao consórcio liderado pela Suma/Mota-Engil, ajudou e de que forma os mesmos do costume, ou seja o governo PSD/CDS que está em fim de vida e pretende entregar na mão do capital SUMA/Mota-Engil, o estratégico serviço público do tratamento e valorização do lixo, ficando esta empresa com o monopólio do tratamento e valorização do lixo.

Quem ficará a perder são os contribuintes e as populações

Com a presente decisão quem fica a perder são os contribuintes e as populações que num futuro próximo irão ser penalizadas com mais esta negociata, pois estes Srs. da SUMA/Mota – Engil, não tem intenção de servir as populações, mas tem a intenção de pôr contribuintes e populações a pagar mais por um serviço que tem e deve ser público.

Processo não está encerrado – Emprego e direitos são para defender

Perante mais um atentado ao serviço público de qualidade, os trabalhadores e as suas organizações irão continuar a dar a resposta a este processo pouco transparente, pois ainda estão a decorrer várias acções em tribunal contra o presente processo de privatização, e irão continuar a defender os seus postos de trabalho, de modo a que o tratamento e valorização dos resíduos seja efectivamente um serviço prestado às populações e não um serviço rentável em benefício do grande capital.

Vender dedos e anéis é esta a política do PSD/CDS e da política de direita

A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN recorda ainda que a EGF/Amarsul é uma empresa rentável que todos os anos contribuí com milhões de euros para o orçamento de estado, o presente processo ainda é reversível, tudo depende da luta que trabalhadores e populações podem e devem travar para que não seja praticado mais um “roubo de catedral” a todos nós e ao serviço público de qualidade.

Vimos por este meio, agradecer a divulgação da presente noticia.

Com os melhores cumprimentos.

A Comissão Executiva

da USS/CGTP-IN